Garra do Diabo

Nome científico: Harpagophytum procumbens D.C.

Sinonímia Científica: N/A

Nome popular: Garra do Diabo, no Brasil; Harpagofito, em espanhol; Devil’s Claw, em inglês.

Família: Pedaliaceae.

Parte Utilizada: Tubérculos (raízes secundárias).

Ação Farmacológica:

Os tubérculos da Garra do Diabo são indicados nos reumatismos, nas artrites reumatosas, nas artroses, nas bursites, nas fibromialgias, nos espasmos gastrintestinais, nas dispepsias hiposecretoras e nos traumatismos. Seu uso permite reduzir as doses dos corticóides e antiinflamatórios não esteroidais utilizados nestas afecções. Esta droga vegetal possui uma ação anti-inflamatória, analgésica, antiespasmódica, sedativa e estimulante digestivo. O sitosterol inibe a síntese da prostaglandina-sintetase, a qual participa no processo inflamatório, sendo muito utilizado em processos inflamatórios semicrônicos e crônicos. Os glicosídeos amargos iridóides possuem ação aperitiva e colagoga. O harpagosídeo possui ação antiespasmódica.

Contra indicações:

Em doses acima das usuais, pode provocar náuseas, vômitos e uma pequena ação laxante. O uso prolongado desta droga vegetal pode acarretar distúrbios digestivos. É contra indicado o uso durante a gravidez, pois existe ação abortiva promovida pela droga e não deve ser usado em pacientes que apresentam úlceras gástricas e duodenais, intestino irritável e litíase vesicular.

Dosagem e Modo de Usar:

- Extrato seco (5%): 400mg ao dia, até 3 vezes ao dia.

- Extrato seco (20%): 300 mg ao dia.

- Pó: 3g por dia, em 3 doses;

- Rasura: 2g de erva seca (1 colher de sobremesa para cada xícara de água 200mL) de raízes em decocto, conforme parte usada, até 3 vezes ao dia, com intervalos menores que 12 horas.

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